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	<title>Cozinha da Matilde</title>
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	<description>Mesa farta, casa em festa!</description>
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		<title>Vitrolinha &#8211; Sei que Nada Será Como Antes</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 10:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrolinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda a solidariedade e respeito para as pessoas que foram às ruas lutar pelo direito de ter passe livre nos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="size-full wp-image-6945 alignnone" alt="vinagre" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/vinagre.jpg" width="612" height="400" />Toda a solidariedade e respeito para as pessoas que foram às ruas lutar pelo direito de ter passe livre nos meios de transportes públicos. Como diz a campanha:  “a luta não é por centavos e sim por direitos!”</strong></p>
<p>Uma manifestação onde as pessoas gritam “sem violência”, “o povo unido jamais será vencido”, “não, não, violência não”, e é atacado com balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio. Vinagre foi considerado arma perigosa, e sobrou até para quem se protegia da reação da polícia.</p>
<p><strong>As imagens embrulham o estômago. Sinto uma tristeza civil.</strong></p>
<p><strong>Protesto não é crime.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mantra da <strong>Frente 3 de Fevereiro: Quem policia a polícia?</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/ien9sgGwwYY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos cantar juntos o Hino Nacional (a lágrima é verdadeira): <strong>Legião Urbana – Perfeição</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/UueCjRrQLM4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clássico: <strong>Titãs – Polícia</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/7Z76BYID9HI/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Clássico II: <strong>Rage Against the Machine – Killing in the Name</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/QNzIKoAy2pk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dedo na Ferida do Emicida</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/QdvYAjQYdIs/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Desperta a dor apaga dor, <strong>Karina Buhr, Cara Palavra</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/-wAffc_unUE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da velha guarda: <strong>Marcelo Nova &#8211; Robocop</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/IX0UQfac5-E/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vamos por Ancho Camino – Victor Jara</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-sei-que-nada-sera-como-antes/"><img src="http://img.youtube.com/vi/pzOslKLzojc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qualquer vídeo ou imagem me dá vontade de chorar. Misto de  medo e orgulho.</strong></p>
<p><strong>Sei que nada será como antes.</strong></p>
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		<title>Naked cakes brazucas e um dia iluminado</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 21:04:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Família]]></category>
		<category><![CDATA[Formigão]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
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		<category><![CDATA[A queijaria]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandra Luvisotto]]></category>
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		<category><![CDATA[NinaBeckes]]></category>
		<category><![CDATA[Superluxo]]></category>

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		<description><![CDATA[A ideia era fazer uma sessão de naked cakes brazucas, a partir dos bolos tradicionais brasileiros.  Queríamos aprofundar em nossa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ideia era fazer uma sessão de naked cakes brazucas, a partir dos bolos tradicionais brasileiros. </strong> Queríamos aprofundar em nossa confeitaria, resgatar o bolo de fubá, de cenoura, tapioca, milho verde e <strong>dar a todos eles uma roupagem de festa.</strong> Eu e a comadre <strong><a href="http://radiovanilla.com" target="_blank">Alê Luvisotto</a></strong> estávamos preparando a empreitada <strong>quando dona <a title="Flavia Valsani" href="http://flaviavalsani.com/" target="_blank">Flavita Valsani</a> se ofereceu para fotografar</strong> uma sessão nossa. Pronto. Fome e vontade de comer alinhadas, partimos para o ataque, ops, batedeira!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6912" alt="making-of-oh-happy-day-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/making-of-oh-happy-day-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="2667" />A Flavita, para quem não sabe, <strong>é uma das fotografas mais talentosas que conheço. Especializada em making of, tem poesia no sangue, cor no olhar e sabe capturar a beleza cotidiana como ninguém.</strong> Estava falando com a Marina: se eu me casasse de novo, Flavita seria a fotógrafa, nem pensaria em outra pessoa. E com todo esse talento, ela ainda se dá ao luxo de ser deliciosa. Gente daquele tipo que sabe preencher o dia com riso frouxo, que chora de emoção e que aporta sempre com o melhor de si mesma e em abundância.</p>
<p>Formado o trio, <strong>trabalhamos como se estivéssemos em momento de puro lazer.</strong> Enquanto Alê e eu medíamos ingredientes, batíamos bolos, montávamos a mesa de chá, selecionávamos forrinhos, xícaras, pratinhos, Flavita só clicava. Um detalhe aqui, outro acolá, uma lindeza escondida, um suspiro, vários sorrisos&#8230; nada escapou, tá tudo ali, impresso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6913" alt="mesa cha-naked-cakes-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/mesa-cha-naked-cakes-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1334" />Bem diferente das sessões de fotografia de comida com o prato na bancada, rodeado de luzes e a câmera em um tripé, <strong>essa foi uma sessão dedicada a alegria dos pequenos momentos,</strong> aqueles quando você se junta com sua parceira para mais uma vez fazer o que faz prá viver, o que ama fazer&#8230; simples assim.</p>
<p><strong>No fim do dia, Marcelo e <a href="http://www.turismoconsciente.com.br/" target="_blank">Maria Teresa (a FOFA)</a> se juntaram a nós e fizeram cara de rycos para as câmeras enquanto degustavam a produção do dia</strong> e aí o que já era uma quase festa, descambou para festa inteira. Só faltou mesmo a Marina para discotecar.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6907" alt="convidados-cha (flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/convidados-cha-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="907" />O resultado você confere agora, e já <strong>peço antecipadamente perdão pelo número absurdo (e muitas vezes redundante) de imagens,</strong> foi dureza escolher apenas algumas, ainda mais para uma libriana como eu&#8230; <strong>como desculpa saco Quintana: <em>&#8220;apenas em linguagem amorosa é bonita a mesma coisa cem mil vezes dita&#8230;&#8221;</em></strong></p>
<p><strong>Alê e Flavita: Love, love, love!</strong></p>
<h1>Naked Cakes</h1>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6915" alt="naked-cake-de-fuba-com-goiabada-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/naked-cake-de-fuba-com-goiabada-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="959" />Você deve estar se perguntando desde a primeira linha deste post: <strong>que raio é esse tal de naked cake?</strong> Seria um bolo naturista, peladão com a mão no bolso atentando contra o pudor em casamentos e batizados? Um mané pelado revisitado? Ou o bolo do Jamie Oliver, o naked chef?</p>
<p>Nada disso. <strong>Naked cake é a nova tendência em bolos de festa.</strong> Isso mesmo, bolos seguem tendências, como na moda. E estes aqui são os queridinhos do momento. A ideia que tem feito a cabeça de 9 entre 10 noivinhas é <strong>deixar massa e recheio aparentes, sem cobertura (daí o naked) e finalizar a decoração com flores ou frutas frescas.</strong> O resultado, super clean e cheio de frescor, é lindo e tem desbancado os bolos tradicionais rococó, cheios de pasta americana.</p>
<p><strong>O inovador aqui, foi que eu e a Alê em lugar dos sabores tradicionais de bolos de festa, adotamos os bolos brasileiros do dia a dia.</strong> A brincadeira é servir bolo de fubá com goiabada na festa, ou o de cenoura chicoso com azeite de oliva e chocolate belga 80% que a Alê publicou lá no Rádio Vanilla. Ou seja, <strong>despimos ainda mais o naked cake e junto com a cobertura retiramos amêndoas, pistaches, damascos e afins e mergulhamos em nossas raízes boleiras.</strong> Gostamos tanto do resultado que a <strong>Alê lançou uma linha deles no Nena Chocolates, basta encomendar! ;)</strong></p>
<h1>Montagem Naked Cake de fubá com goiabada</h1>
<p><strong>A Alê é quem domina essa técnica, afinal de contas a confeiteira profissa é ela, mas vamos lá às dicas e como fizemos:</strong></p>
<p><strong>A receita do bolo de fubá que usamos aqui, você confere logo a seguir,</strong> é uma receita da minha família, o Bolo de Fubá da Neuza.</p>
<p>Para o recheio, <strong>usamos goiabada cascão derretida em banho maria,</strong> bem simples de fazer.</p>
<p><img alt="montagem-naked-fuba-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/montagem-naked-fuba-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="746" /><strong>Em lugar de fazer um bolo alto e cortar em 3 fatias, faça 3 bolos pequenos -</strong> isso garante que seu naked não se quebre e desmanche.</p>
<p>O recheio deve aparecer, então, <strong>na hora de colocar faz bonito, com graça, deixa ele quase transbordar pelas bordas como se fosse sem querer&#8230;</strong></p>
<p><img alt="montagem-naked-cake fuba (flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/montagem-naked-cake-fuba-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="600" /><strong>Nada de lotar o bolo de frutas e flores,</strong> aqui o minimalismo impera, pouca coisa e pronto, tá lindo!</p>
<p>Para o topo do bolo <strong>usamos apenas açúcar de confeiteiro e fatias de goiaba que vitrificamos com o maçarico,</strong> que além de lindas, ficaram uma delícia! Mas <strong>você pode usar fatias frescas de goiaba, se não tiver um maçarico.</strong></p>
<p><img alt="vitrificando-goiabas-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/vitrificando-goiabas-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="601" /><strong>O toque ficou por conta de um raminho da flor amor agarradinho que tenho no jardim.</strong> Uma lindeza!</p>
<p><img alt="montagem-naked-cake fuba1-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/montagem-naked-cake-fuba1-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1439" /></p>
<p><strong>E agora a receita que usamos como base do naked cake:</strong></p>
<h2><strong><img class="size-full wp-image-1375 alignleft" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></strong></h2>
<h2></h2>
<h2><strong>Bolo de fubá da Neuza<br />
</strong></h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6906" alt="bolo-de-fuba-da-neuza-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/bolo-de-fuba-da-neuza-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="907" />Enquanto a Alê atacava de bolo de cenoura, eu <strong>resgatei uma receita antiga de família, o Bolo de Fubá da Neuza, que há anos eu não fazia pela dificuldade de encontrar a venda em Sampa um bom queijo curado.</strong></p>
<p>Mas <strong>com <a title="A queijaria" href="https://www.facebook.com/aqueijaria" target="_blank">A Queijaria</a> há 3 quarteirões de distância de casa, a receita foi reativada e nessa primeira leva usei um queijo Campo Redondo,</strong> com sabor super delicado, que ficou perfeito e emocionou essa mineira que vos escreve. Ainda vou repetir com outros queijos deles mais pungentes como o Serro, depois conto como ficou.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6905" alt="a-mineira-e-o-quijo-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/a-mineira-e-o-quijo-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1068" />Essa receita é muito boa, aliás, fica a dica: <strong>via de regra receitas com nome de alguém como o bolo da fulana, a carne de panela do sicrano ou o molho da beltrana são infalíveis.</strong> A tal Neuza aqui do bolo  trabalhou em nossa casa quando moramos em Leonino Caiado, na região do Araguaia, em Goiás.</p>
<p><strong>E a gente já percebe o dedo goiano na receita pelo tanto que a danada é farturenta,</strong> rendeu um bolo grande na fôrma de buraco que comemos puro e mais 3 pequenos (fôrma de 15 cm de diâmetro) que confeitamos para fazer o naked. <strong>Mas não se assuste, você pode fazer meia receita, não tem problema!</strong></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6910" alt="ingredientes-bolo-de-fuba-da-neuza-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ingredientes-bolo-de-fuba-da-neuza-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1119" /></p>
<ul>
<li>6 ovos inteiros</li>
<li>3 xícaras (chá) de açúcar</li>
<li>3 xícaras (chá) de farinha de trigo</li>
<li>3 xícaras (chá) de fubá</li>
<li>2 xícaras (chá) queijo ralado</li>
<li>3 xícaras (chá) de leite</li>
<li>2 xícaras (chá) de manteiga (1 tablete de 200g)</li>
<li>2 colheres de sopa de fermento em pó</li>
<li>1 pitada de sal</li>
</ul>
<p><strong>Como sempre, não se esqueças das <a title="10 dicas para o bolo perfeito" href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/garfo-foco-fica-vai-ter-bolo/" target="_blank">dicas para um bolo perfeito</a>: o primeiro passo é acender o forno para aquecer. Faça todo o pré preparo antes de começar, </strong>assim você percebe a tempo se está faltando alguma coisa importante, como o fermento.</p>
<p><strong>Sempre peneire os ingredientes secos para conferir leveza ao bolo,</strong> e muita atenção e precisão nas medidas para não ter erro!</p>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-6911" alt="ingredientes-bolo-de-fuba-da-neuza-2-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/ingredientes-bolo-de-fuba-da-neuza-2-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1337" />Modo de fazer</h3>
<p>Bata bem os ovos inteiros. Junte o açúcar e continue batendo até dobrar de volume e obter um creme clarinho, quase branco e com todo o açúcar dissolvido.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6917" alt="passo-a-passo-bolo-de-fuba-da-neuza-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/passo-a-passo-bolo-de-fuba-da-neuza-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1334" />Junte a manteiga e continue batendo até estar bem encorporada. Acrescente o leite, mas <strong>reserve um pouquinho (3/4 de xícara) para dissolver o fermento logo mais.</strong></p>
<p>Hora dos secos: farinha, fubá e queijo. Bata bem, até a massa ficar leve e aerada.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6916" alt="passo-a passo-2-massa-bolo-fuba-da-neuza-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/passo-a-passo-2-massa-bolo-fuba-da-neuza-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1387" /><strong>Desligue a batedeira e acrescente o fermento dissolvido no leite reservado.</strong> Fala sério, não é uma lindeza toda esta espuma transbordando da xícara? (eu era vidrada nesta etapa quando era criança).</p>
<p><strong>Depois que a gente acrescenta o fermento, não pode mais bater a massa na batedeira,</strong> e sim mexer delicadamente com uma espátula para não atrapalhar o crescimento.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6909" alt="finalizacao-massa-bolo-de-fuba-da-neuza-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/finalizacao-massa-bolo-de-fuba-da-neuza-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1334" />Isso feito, disponha a massa em assadeiras untadas e enfarinhadas, leve ao forno quente, temperatura alta, até crescer (cerca de 15 minutos).</p>
<p>Aí abaixe a temperatura para a massa assar (mais uns 10 minutos), <strong>para ver se está bom basta enfiar um palito, se sair limpo tá assado!</strong> Eu deixo um pouco mais em temperatura alta novamente, para corar (detesto quitandas branquelas).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6908" alt="finalizacao-bolo-fuba-da-neuza-(flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/finalizacao-bolo-fuba-da-neuza-flavia-valsani-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1439" /><strong>Aí é só polvilhar com açúcar de confeiteiro e servir com goiabada cascão derretida em banho maria&#8230; ui&#8230; pode suspirar!</strong></p>
<p>Gostou? Então <strong>corre lá no <a href="http://radiovanilla.com/2013/06/12/enfim-nu-como-vim/" target="_blank">Radio Vanilla para aprender a receita do de cenoura com chocolate amargo que a Alê fez.</a></strong></p>
<p>E ó, <strong>quem não é do fogão pode encomendar direto no Nena Chocolates.</strong></p>
<p><strong>E para quem está in love e adora viver a vida em par, Feliz Dia dos Namorados!</strong></p>
<h2>Harmoniza com&#8230; por Marcelo Pedro (No Copo) e Marina Novaes (Na Pick&#8217;up)&#8230;</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4830" alt="selos_02" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2012/07/selos_02.gif" width="199" height="82" />Excepcionalmente hoje vamos falar de bebida não alcoólica. Claro que poderíamos falar de bolo com Vinho do Porto (no caso do de cenoura com recheio de chocolate), ou um branco doce de sobremesa para o bolo de fubá com goiabada. Mas escolhi escrever sobre a bebida que os ingleses elegeram para acompanhar bolos ao fim da tarde: Chá!</p>
<p>Primeiramente, chá no senso estrito, é a bebida preparada pela infusão de folhas processadas do arbusto chinês Camellia sinensis. Todos os outros ditos &#8220;chás&#8221; (de camomila, cidreira, erva doce, frutas, etc) deveriam ser chamadas de tisanas ou infusões. Para variar, os primeiros europeus a conhecer o chá, trazerem-no para o Ocidente e iniciar seu cultivo fora do extremo Oriente, foram os bravos patrícios portugueses, em 1543 na época das grandes navegações, quando chegaram ao Japão. Outra curiosidade, a palavra chá, vem do cantonês e mandarim e deu origem ao nome desta bebida no Japão, Índia, Turquia, Rússia e Portugal. Já a palavra no dialeto chinês Min, Te, deu origem ao nome da bebida na França, Inglaterra, Países baixos, Alemanha.</p>
<p>As folhas do chá devem ser processadas, ou preparadas, para o consumo. Dependendo do grau de oxidação, você terá uma das 4 versões do chá: branco, o mais suave, quase sem oxidação, em que se utilizam os brotos e folhas com pouca clorofila. O verde, que tem a oxidação terminada pela aplicação de calor (vapor, na técnica japonesa, calor seco na chinesa). O preto, onde a oxidação é completa. Entre o verde e o preto, temos o chá Oolong, também de origem chinesa, mas que é muito produzido atualmente na Índia. Existem ainda chás que sofrem uma segunda oxidação, bacteriana, que produzedm chás especiasi, cerimoniais, como o Pu-eh, que pode ser consumido após décadas. É muito apreciado na China, e classificado e catalogado como as safras de bons vinhos. É utilizado na cerimônia do chá chinesa (Kung Fu Cha). Espalhou-se e tornou-se parte de inúmeras culturas, como japonesa, indiana, tibetana, árabe, turca. E finalmente a introdução do hábito das tea parties na Grâ-Bretanha foi obra de Catarina de Bragança, princesa portuguesa casada com o rei Charles II, por volta dos anos 1660.</p>
<p>O chá é rico em flavonóides e catequinas, potentes antioxidantes, taninos, que dão o caráter adstringente, e estimulantes do sistema nervoso central, como a teofilina (uma xantina parente da cafeína e da teobromina, presente no cacau) e a L-teonina, associada a um estado mental calmo, porém alerta e focado, onde predominariam as ondas alfa cerebrais, propício portanto aos estados meditativos. Não é à toa que tantos benefícios à saúde física, mental e até espiritual lhe sejam atribuídos.</p>
<p>Além disso, podemos consumir chás puros, blends ou com aditivos, como o famoso e meu favorito chá inglês Earl Grey, com óleos essenciais de mixirica. É justamente este último que recomendo para o bolo de fubá da Neuza! <strong>Cheers, ou melhor, enjoy, dear!</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-4378 alignleft" alt="Selinho - Para Ouvir" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2012/06/selos_032.gif" width="199" height="82" />Já passei uns vários posts do <a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/categoria/vitrolinha/" target="_blank">Vitrolinha</a>  falando como eu estou feliz como meu trabalho novo e tal. Mas de todos os ajustes de horários e programações ainda não consegui encaixar os finais de tarde que eu passava na Matilde, tendo acessos de criatividade, terapia e (muitas) risadas com a Letícia.</p>
<p>E vendo as fotos deste ensaio incrível da Flávia, com os bolos delícias da Ale, as idéias lindas e nostálgicas da Let, e que terminou com a degustação divertida com o Marcelo e a Fofa, só tenho uma palavra: inveja. Mas como este sentimento não é tão legal, respirei e vi que na verdade eu queria era estar lá!</p>
<p>E é por isso que a música para harmonizar estes bolos brazucas repletos de afetividades e sentimento, num dia de outono cheio de luz, é uma velha conhecida da Cozinha da Matilde. Poderia até ser o  “lema”, se já não fosse a frase da música Isopor cantada pelo Kleber Albuquerque (mesa farta, casa em festa). Falo de Superluxo, da Nina Becker, carioca, estilista, que também é da Orquestra Imperial e que canta de um jeito suave e intenso.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/naked-cakes-brazucas-e-um-dia-iluminado/"><img src="http://img.youtube.com/vi/TMvjvJ2tEcc/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong>Sem mais palavras: Ser feliz é um luxo.</strong></p>
<p><strong>E uma tarde assim é um luxo.</strong></p>
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		<title>Dois kibes (quibes) veganos e a maravilhosa cozinha da Arpine</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 14:35:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Além Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Tradicionais]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetarianas]]></category>
		<category><![CDATA[Arpine Pandjiarjian]]></category>
		<category><![CDATA[comida armênia]]></category>
		<category><![CDATA[comida vegana]]></category>
		<category><![CDATA[Eisenbahn rauchbier]]></category>
		<category><![CDATA[kibe]]></category>
		<category><![CDATA[kibe armênio de ervilhas secas]]></category>
		<category><![CDATA[kibe de forno de abóbora]]></category>
		<category><![CDATA[Pilsen]]></category>
		<category><![CDATA[quibe vegano]]></category>
		<category><![CDATA[Rostam Batmanglij]]></category>

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		<description><![CDATA[A Arpine é a mãe da minha amiga querida Valeria Pandjiarjian (demora, mas com o tempo a gente aprende a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Arpine é a mãe da minha amiga querida Valeria Pandjiarjian</strong> (demora, mas com o tempo a gente aprende a falar rapidim o sobrenome). A Lela, além de ter me apresentado o marido em uma festa do cinema (um dia conto aqui esta história), é parceira das antigas de militância feminista, advogada como eu fui um dia e, <strong>por esses loopings que a vida dá, está novamente próxima.</strong></p>
<p><strong>Há cerca de um mês ela começou a trabalhar aqui comigo</strong> e até encontrar uma maneira de contribuir mais efetivamente com a Cozinha da Matilde, tem me salvado a vida ajudando com textos (devo boa parte do pouco que sei escrever a ela) e organizando meus caos administrativo. Nem preciso dizer como estou feliz com essa parceria, né?</p>
<p>Mas o assunto hoje não é a Lela, e sim a mãe dela, a Arpine. <strong>Divertidíssima e cozinheira de mão cheia, foi com ela que aprendi sobre comida armênia -</strong> que lembra muito a comida árabe mas é um pouco mais delicada, na minha opinião (especialmente nos cortes).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6877" alt="arpine-pandjiarjian" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/arpine-pandjiarjian.jpg" width="640" height="395" /><strong>Foi na casa dela que experimentei pela primeira vez <a title="basturma" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pastirma" target="_blank">basturma</a></strong> (se pronuncia bastermá), uma carne curada típica, espécie de pastrami armênio que eu adoro. <strong>Foi dela a indicação da <a title="Recomendações da Casa - Casa Garabed" href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/recomendacoes-da-casa-4/" target="_blank">Casa Garabed,</a> um dos nossos restaurantes favoritos</strong> em São Paulo e sem dúvida a melhor esfiha que já comi. <strong>E foi com ela que aprendi vários nomes de pratos armênios, como sarmá</strong> (charutinhos de folha de uva).</p>
<p>Tudo isso prá dizer que <strong>eu adoro a cozinha da Arpine, é das cozinheiras que me despertam curiosidade e que sabem (e adoram) ensinar.</strong> Eis que dia desses, eu estava planejando um post com kibes veganos, quando <strong>a Lela me falou de um tal kibe de ervilha da mãe dela&#8230;</strong> pedi a receita na hora! E qual não foi minha surpresa? Eu esperando uma espécie de kibe de forno (como o de abóbora) e ela me manda algo totalmente diferente, um tipo de kibe crú, frio, inusitado e DELICIOSO!<span id="more-6876"></span></p>
<p>Nunca tinha ouvido falar, nem comido. Fiquei encantada! <strong>Segundo a Arpine, é o kibe que fazem durante a quaresma, quando não comem carne. O segredinho que dá um super sabor é a cebola frita, muito usada na comida do oriente médio e que realça qualquer preparo</strong> (experimente colocar sobre o arroz, na farofa, finalizando saladas, na pizza, na massa do pão&#8230;).</p>
<p>Enfim, <strong>é com grande alegria que compartilho com vocês meu achado e a felicidade de constatar que a gente  sempre tem muita coisa por aprender nessa vida, ainda bem! :)</strong></p>
<p><strong>Serão duas receitas hoje: </strong>a da Arpine e a do meu kibe de abóbora, vamos lá?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1375" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6878" alt="kibe-vegano--de-ervilha-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/kibe-vegano-de-ervilha-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="716" /></p>
<p>Ele é chamado <strong>Kufta de ervilha ou lentilha seca,</strong> é muito tradicional e é uma receita que você encontra também neste livro aqui de comida armênia (que a Arpine indicou): <strong><a title="Archalus Hampariam" href="http://archalus.blogspot.com.br/" target="_blank">&#8220;Os segredos da Culinária de Archalus Hamparian&#8221;</a> e como a autora além de cozinheira lê a sorte em borra de café, você ainda leva o contato dela! ;)</strong></p>
<h3>Ingredientes</h3>
<ul>
<li>2 copos de lentilhas descascadas <b>ou</b> ervilhas secas e verdes</li>
<li>1 copo de bulgur (trigo fino)</li>
<li>5 copos de água</li>
<li>1 xícara de salsinha picada</li>
<li>raspas de meio limão tahiti <strong>(licença poética minha, que acrescentei à receita original)</strong></li>
<li>2 cebolas pequenas brunoise</li>
<li>6 colheres (sopa) de azeite &#8211; <strong>a receita original é com manteiga, mas adaptei para os veganos!</strong></li>
<li>hortelã e cebola para guarnição &#8211; a gosto</li>
<li>sal e pimenta-do-reino a gosto</li>
</ul>
<h3>Modo de fazer:</h3>
<h3>Cebola</h3>
<p>Doure a cebola no azeite &#8211; <strong>aqui vai a principal dica deste preparo: fogo baixo, paciência e mexa durante todo o processo para que a cebola doure por igual e não queime.</strong> Ela deve ficar bronze quase marrom.</p>
<h3>Kibe</h3>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-6882" alt="preparo-kibe-vegano-de-ervilha-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/preparo-kibe-vegano-de-ervilha-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="737" /></h3>
<p>Leve a ervilha ao fogo para cozinhar na água com sal. <strong>Quando estiver cozida, desligue o fogo e junte o trigo seco.</strong> Tampe a panela e deixe descansar por 15 minutos para que o trigo hidrate.</p>
<p>Escorra em uma peneirinha, <strong>aperte para tirar todo o excesso de liquido.</strong> Amasse com um garfo, até obter uma pasta. Acrescente a salsinha, as raspinhas e a cebola caramelizada.</p>
<p><strong>Ajuste o sal e a pimenta do reino e monte no prato como kibe cru, regue com azeite e sirva com cebola em gomos e galhos de hortelã.</strong></p>
<p><strong>A Arpiné monta diferente, ela faz bolinhos com as mãos, que depois polvilha com cebola, cebolinha, hortelã e salsinha.</strong> E embora a receita possa ser feita com lentilha também, ela sempre faz de ervilhas, como eu fiz.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1375" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6879" alt="kibe-vegano-de-abobora-com-nozes-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/kibe-vegano-de-abobora-com-nozes-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="461" /><strong>E esse aqui é um clássico. Kibe de forno de abóbora é um dos preparos mais queridos da turma vegetariana, fica gostoso, tem fibras, é saudável!</strong> Essa versão aqui é a minha, espero que gostem!</p>
<h3>Ingredientes</h3>
<ul>
<li>1/2 abóbora cabotiá partida em gomos largos e assada em forno quente, coberta com papel alumínio (cerca de 30 minutos).</li>
<li>1 xícara (chá) de trigo fino deixado de molho em 4 copos de água por 3 horas</li>
<li>2 cebolas médias brunoise</li>
<li>1/2 xícara (chá) de salsinha laminada finamente</li>
<li>2 pimentas bode massadas (opcional)</li>
<li>1/2 xícara (chá) de hortelã finamente fatiado</li>
<li>1 xícara (chá) de nozes picadinhas</li>
<li>raspas de meio limão tahiti</li>
<li>azeite de oliva extra virgem</li>
<li>sal a gosto</li>
</ul>
<h3>Modo de fazer</h3>
<h3>Massa</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6881" alt="preparo-kibe-vegano-de abobora-com-nozes-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/preparo-kibe-vegano-de-abobora-com-nozes-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="600" /><strong>Escorra o trigo em uma peneira, aperte bem para escorrer todo o líquido. Amasse a abobora com um garfo.</strong></p>
<p>Misture a abóbora, o trigo, metade da cebola, salsinha e a pimenta, até obter uma massa. Ajuste o sal.</p>
<h3>Recheio</h3>
<p>Sue o restante da cebola no azeite com uma pitada de sal. Junte as nozes, deixe que dourem.</p>
<p>Acrescente o hortelã e retire do fogo.</p>
<h3>Montagem</h3>
<p>Unte um refratário com azeite, disponha metade da massa.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6880" alt="montagem-kibe-vegano-de-abobora-com-nozes-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/montagem-kibe-vegano-de-abobora-com-nozes-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1687" />Acrescente o recheio e as raspinhas de limão.</p>
<p>Cubra com o restante da massa, faça um desenho com o cabo da colher formando um quadriculado.</p>
<p>Leve ao forno pré aquecido por 20 minutos ou até que fique dourado.</p>
<h3>E para você que gosta de kibe e é vegetarian@, seguem mais duas receitas bacanudas:</h3>
<p>1- <strong><a title="Diga Maria" href="http://digamaria.com/2013/04/quibe-vegetariano-de-abobora-e-aveia-em-graos/" target="_blank">Kibe de abóbora</a> da Maria Capai do Diga Maria,</strong> a diferença é que a Maria usou aveia em grãos &#8211; legal, né?!</p>
<p>2- <strong><a title="Pimenta no Reino" href="http://www.pimentanoreino.com.br/quibe-de-berinjela/" target="_blank">Kibe de berinjela </a>da Faby Zanelati do Pimenta no Reino,</strong> de arrancar suspiros!</p>
<p><strong>Bom apetite!</strong></p>
<h2>Harmoniza com&#8230; por Marcelo Pedro (No Copo) e Marina Novaes (Na Pick&#8217;up)&#8230;</h2>
<p><img class="size-full wp-image-4830 alignleft" alt="selos_02" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2012/07/selos_02.gif" width="199" height="82" /><strong>A mae da Lela é meio bruxa. Previu que a Leti ia se casar comigo, e acertou. Mas deixemos esta historia pra outro post.</strong></p>
<p><strong>Hoje minha sugestão é uma cerveja bem geladinha. Uma pilsen, a nossa loira gelada.</strong> Mas nada de brahmas ou antarcticas insossas, cheias de cereais não maltados, como arroz e milho. <strong>Vamos de pilsen puro malte, como as tchecas Czhecvar ou Pilsner Urquell, fáceis de encontrar em supermercados por preço razoável.</strong> São claras, límpidas, louras. Suaves mas com bom amargos e um colarinho bem estruturado, e que não brigam com o sabor do kibe de abóbora.</p>
<p><strong>Já para o kibe de ervilhas, com o sabor caramelado das cebolas douradas, podemos harmonizar com uma cerveja defumada, uma rauchbier, como a Eisenbahn Rauchbier, típicas da cidade de Bamberg,</strong> feita com maltes defumados importados de lá. Tem tom avermelhado, sabor defumado devido ao processo de secagem do malte com lenha, com nível alcoólico de 6,5o. <strong>O sabor defumado cai muito bem com a cebola caramelada.</strong></p>
<p><strong>Prost!</strong></p>
<p><img class="size-full wp-image-4831 alignleft" alt="selos_032" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2012/07/selos_032.gif" width="199" height="82" /><strong>Ai que especial que esta harmonization de hoje. Pela mãe da Lela, pela ideia das receitas que muito me interessa, pelas receitas, que estão primorosas e pela música que eu escolhi para combinar com a receita (hehehe).</strong></p>
<p>E <strong>a idéia da música veio do João, meu professor de ioga, Da <a title="Bombay yoga club" href="https://www.facebook.com/groups/269033453197560/" target="_blank">Bombay Yoga Club,</a> </strong>(o melhor do Brasil, na minha suspeitíssima opinião). Ele compartilhou no seu mural do facebook estes dias, e apaixonei de cara, <strong>pelo Rostam Batmanglij.</strong></p>
<p><strong>Ele é multi-instrumentista e é da incrível banda indie Vampire Weekend.</strong> Mas em 2011 ele lançou uma faixa de um trabalho solo, que chama <strong>Woods.</strong> Seguindo uma escola <strong>George Harrison, atrelado com o seus antepassados Iranianos.</strong> Ouço no repeat. Como disse o João “Rostam Batmanglij é atualmente um enigma: onde termina a Pérsia e começa a Índia?”</p>
<p>No fim das aulas do Bombay Yoga Club, sempre tem uma delícia para a gente provar. <strong>Acho que estes kibes podem ser uma boa, apesar dele fazer só para o nosso deleite, já que além de ser vegano, ele não come nada que foi aquecido mais de 37 graus.</strong></p>
<p><strong>Em tempo: ele prova a minha teoria que todo mundo que gosta de Pixies é (muito) gente boa. Namastê!</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/dois-kibes-quibes-veganos-e-a-maravilhosa-cozinha-da-arpine/"><img src="http://img.youtube.com/vi/f1vl224MyMY/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Recomendações da Casa 54</title>
		<link>http://www.cozinhadamatilde.com.br/recomendacoes-da-casa-54/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 16:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendações da casa]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Waters]]></category>
		<category><![CDATA[Couchsurfing]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriele Galimberti]]></category>
		<category><![CDATA[Taqueria San Jose]]></category>
		<category><![CDATA[The art of simple food]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Cabeceira E eu aproveitei o fim de semana para mergulhar no The Art of Simple Food da Alice Waters, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2>Na Cabeceira</h2>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-6863" alt="41cZuqeFB1L" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/41cZuqeFB1L-231x300.jpg" width="231" height="300" /><strong>E eu aproveitei o fim de semana para mergulhar no <a title="The art of simple food - amazon" href="http://www.amazon.com/Art-Simple-Food-Delicious-Revolution/dp/0307336794" target="_blank">The Art of Simple Food da Alice Waters,</a> </strong>já tinha o livro há algum tempo, já havia folheado, mas só neste finde parei para ler e me aprofundar um pouco mais.</p>
<p>É maravilhoso, como não podia deixar de ser. <strong>Eu adoro a Alice e se tem uma coisa que me arrependo mortalmente foi de não ter conhecido o Chez Panisse quando estive na Califórnia.</strong> Sei lá o que me deu na cabeça, acabei focando no Keller e deixei passar a comida da Alice&#8230; como não adianta chorar o leite derramado, polianamente falando prefiro pensar que este é mais um excelente motivo (quase uma obrigação) para voltar à Califórnia. Na próxima não comeremos esta bola. Eu juro! :)</p>
<p>Mas voltando ao livro, taí um bom para ter à cabeceira. <strong>Começa com uma parte básica, com algumas lições e receitas que ela chama de alicerce de sua cozinha. No segundo capítulo entra nas receitas propriamente ditas, que são simples e didáticas, como é a proposta.</strong> Comidas para o dia a dia mas com aproveitamento perfeito dos ingredientes.</p>
<p>A parte referente a elaboração de menus, o que cozinhar, é um primor. Nela <strong>a autora descreve seu processo de criação e planejamento das refeições da semana, por onde começa, o que leva em consideração desde o momento das compras até a definição do que será servido no jantar de hoje e no almoço de amanhã.</strong> Me diverti acompanhando seu raciocínio&#8230; no fim cozinheiro é tudo igual mesmo, só muda de endereço!</p>
<p><strong>É um livro denso com muito conteúdo, muitas dicas e com um estilo de texto dialogado.</strong> Fecho os olhos e me transporto para a cozinha da Alice e parece que estou ao lado dela, que vai me ensinado passo a passo como cozinha, a razão de cada passo técnico, os segredinhos que tira da manga. <strong>Adoro livros de receitas assim, onde a gente apreende muito mais que os ingredientes e o momento de cada um ir prá panela.</strong> Gosto de entender o caminho percorrido pelo cozinheiro, suas razões, referências e  gostos pessoais. Para mim uma boa receita te leva a entender todo esse processo, pois é a partir dele que a gente vai além e pode somar nosso próprio conhecimento acumulado à receita alheia.</p>
<p>É desta maneira que Alice vai ensinando suas receitas, de maneira simples, didática, como aquela tia avó querida que te ensina uma receita de família. O Jamie Oliver (outro queridinho meu) também faz assim e esta é uma das razões para eu gostar tanto dele.</p>
<p><strong>Como já disse é um ótimo livro para se ter na cabeceira, excelente presente para dar aos amigos que vão morar só, para os recém casados&#8230; um livro básico, com um bocadinho de quase tudo que a gente precisa saber para meter as caras e dominar o jantar!<span id="more-6858"></span></strong></p>
<h2>Vale o clique</h2>
<p><strong><a title="Gabriele Galimberti" href="http://www.gabrielegalimberti.com/projects/couchsurfing/#" target="_blank">Projeto Couchsurfing &#8211; Gabriele Galimberti</a></strong></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-6869 alignnone" alt="Leticia-Brazil" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/Leticia-Brazil.jpg" width="640" height="533" /></strong></p>
<p>Há dois anos atrás, por indicação da minha amiga <strong>Valéria Pandjiarjian, participei do projeto Couchsurfing do fotógrafo Gabriele Galimberti.</strong></p>
<p>Ele, um fotógrafo italiano da <strong>Revista D do Jornal La Reppublica, viajou pelo mundo durante dois anos, se hospedando na casa de pessoas cadastradas no site <a title="Couchsurfing" href="https://www.couchsurfing.org/" target="_blank">Couchsurfing</a> e que disponibilizavam seu sofá para alguém de passagem pela cidade.</strong></p>
<p>Foi assim que ele conheceu uma passista de escola de samba sueca, um casal nudista da Ucrania, uma família na Malásia que cria répteis, um aspirante a pastor de Botswana <strong>e também foi assim que em Sampa ele ficou aqui em casa, experimentou minha costelinha de porco com melaço de cana e me fotografou em cima do Copan para mostrar para o mundo o mar de prédios da paulicéia desvairada, com direto à helicóptero de pano de fundo.</strong></p>
<p>Eu adorei participar e poder contar minha história, de como abandonei o direito e a militância feminista para abraçar as panelas. Além disso, ainda ajudei o Galimba em dois outros projetos, um sobre avós cozinheiras (<a title="Gabriele Galimberti" href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/recomendacoes-da-casa-41/" target="_blank">que já falei aqui</a>) e outro sobre crianças e seus brinquedos que ainda vou contar em outro post.</p>
<p>Como minha participação foi no final do projeto, pude olhar toda a viagem do Galimba em perspectiva, conhecer várias histórias e personagens e <strong>comprovar de uma vez por todas que a maior riqueza deste mundo e da nossa vida é a diversidade. </strong>Como já disse o Kléber Albuquerque:<strong> Cabe tudo no mundo! Que alivio!</strong></p>
<h2><strong>Outras Cozinhas</strong></h2>
<p><strong><a title="Taqueria San Jose" href="https://plus.google.com/100326630534577355427/about?gl=br&amp;hl=en" target="_blank">Taqueria San Jose &#8211; 2257 Mason St  San Francisco &#8211; CA</a></strong></p>
<h2><a title="Taqueria San Jose" href="https://plus.google.com/100326630534577355427/about?gl=br&amp;hl=en" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-6861" alt="l" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/06/l-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a></h2>
<p><strong>Já que as recomendações de hoje estão viajandonas e começam pela Califórnia, a Taqueria San Jose não podia ficar de fora. Aliás, já devia ter falado neles há muito tempo&#8230;</strong></p>
<p>É do time dos restaurantes <strong>inesquecíveis que a gente descobriu por acaso. Ficava ao lado do hotel que nos hospedamos em San Francisco e foi um achado.</strong> Servem comida mexicana tradicional, de verdade, muito diferente dos texmex que a gente encontra em cada esquina.</p>
<p>Fiquei fã de toda a comida, especialmente dos tacos e burritos perfeitos, como nunca havia comido antes. Depois que descobrimos a qualidade da comida, eu e Marcelo voltamos várias vezes, experimentamos todos os recheios (o de lingua e o de carnita foram meus favoritos), além do jalapeño recheado de queijo e empanado (uma bomba calórica e de sabor), <strong>tudo acompanhado de um refrigerante típico de tamarindo e MUITA pimenta.</strong></p>
<p><strong>De quebra ficamos amigos do casal de donos, conversamos muito sobre a latinidade que nos unia e também sobre as novelas brasileiras que eles são fãs</strong> (a dona dizia que queria vir ao Brasil com o marido, mas que tinha medo porque a mulherada por aqui era bonita demais! ).</p>
<p>Desde então recomendo a taqueria a todos os amigos que vão à San Francisco, <strong>comida honesta por definição: boa e muito barata!</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Lagarto assado com purê de batata doce e alho + vegetais &#8211; Dia a dia saudável e descomplicado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 19:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[De Família]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Stress]]></category>
		<category><![CDATA[alho assado]]></category>
		<category><![CDATA[bok choy]]></category>
		<category><![CDATA[carnes]]></category>
		<category><![CDATA[comida saudável]]></category>
		<category><![CDATA[ervilhas torta]]></category>
		<category><![CDATA[I Threes]]></category>
		<category><![CDATA[purê de batata doce roxa]]></category>
		<category><![CDATA[vegetais]]></category>
		<category><![CDATA[Yellow Tail]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>Fotografei esse post dia desses, queria escrever sobre comida do dia a dia, descomplicada e saudável e aí que esse jantarzinho caseiro acabou virando post.</p>
<p>Apenas receitas simples de fazer e um bom repertório de acompanhamentos para esse lagarto, clássico dos almoços de domingo da minha mãe, que sempre o servia acompanhado de um mix de batatas, cebola, alho e milho verde assados no forno e uma saladinha, mais nada.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6836" alt="comida-do-dia-a-dia-saudavel-e-descomplicada-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/comida-do-dia-a-dia-saudavel-e-descomplicada-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="430" /></p>
<p>E foi inspirada nos almoços de domingo em casa que eu dei um limpa na geladeira e fiz um purê de batatas doces roxas e alhos assados, salteei as ervilhas tortas com alho e raspas de tangerina (que adoro) e ainda aproveitei as bok choys (acelgas chinesas deliciosas e que estão na época) que fiz tostadinhas na chapa. Para acompanhar a carne fiz ainda um molhinho de ervinhas aromáticas com pimenta e azeite. <strong>Tudo rapidinho, gostoso e saudável, perfeitos para quem quer comer bem no dia a dia sem perder horas para isso.</strong></p>
<p>E se vc achou demais o numero de acompanhamentos, oras bolas, não precisa fazer todos, faça um de cada vez. O importante é que você tem em mãos um trio de acompanhamentos, use-os como quiser.<span id="more-6835"></span></p>
<p><strong>Vamos começar pelo principal, o lagarto assado em sal grosso:</strong></p>
<p>Taí uma carne muito simples de fazer e deliciosa. Em geral as pessoas cozinham muito o lagarto, braseando por horas, eu também adoro fazer assim, <a title="Lagarto com toucinho" href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/comida-de-vo-ou-cade-o-toucinho-que-estava-aqui/" target="_blank">como essa receita da minha avó,</a> recheado com toucinho.</p>
<p>A pegada aqui é diferente, apesar do lagarto ser uma carne mais dura e seca, que oferece certa resistência, quando assado desta maneira, mantendo o miolo rosado, fica macio e suculento. Tudo é uma questão de  não passar o tempo de forno.</p>
<p><strong>E quando sobra, a turma aqui de casa fica muiiiiito feliz, pois ele dá uma carne louca perfeita, de arrancar suspiros,  mas isso é assunto para outro post&#8230;</strong></p>
<h1><strong><img class="size-full wp-image-1375 alignleft" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></strong></h1>
<h1></h1>
<h1></h1>
<h1>Lagarto assado no sal grosso</h1>
<p><strong>Ingredientes 2 porções</strong></p>
<ul>
<li>1 lagarto pequeno ou meio (suficiente para 2 pessoas) &#8211; eu sempre prefiro os lagartos menores, são mais macios. Outra coisa importante aqui é sempre escolher uma peça com uma quantidade de gordura, ela vai conferir sabor à carne.</li>
<li>Sal grosso suficiente para fazer uma crosta</li>
<li>molho de ervas: misture com azeite e sal, salsinha laminada + folhas de tomilho + hortelã laminado + ciboulette + pimenta calabresa seca &#8211; Está pronto!</li>
</ul>
<p><strong>Modo de fazer</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6838" alt="lagarto-assado-no-sal-grosso-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/lagarto-assado-no-sal-grosso-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1342" />Leve o lagarto com a crosta de sal grosso ao forno pré aquecido por 30 a 40 minutos &#8211; dependendo do tamanho e espessura da sua peça de carne. Esse aí era largo apesar de pequeno e ficou perfeito com 40 minutos de forno. Deixe a carne descansar por 5 minutos antes de cortar.</p>
<p>Sirva regado com o molho de ervas e os acompanhamentos de sua escolha.</p>
<h1><img class="alignleft size-full wp-image-1375" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></h1>
<h1>Purê rústico de batata doce roxa + alho assado &amp; cebolas assadas</h1>
<h3></h3>
<h3>Ingredientes &#8211; 2 porções</h3>
<h3><strong>Purê</strong></h3>
<ul>
<li>2 batatas doces roxas médias descascadas e cortadas em rodelas de 2 dedos de espessura</li>
<li>8 dentes de alho com casca</li>
<li>2 colheres de manteiga sem sal</li>
<li>1/2 xícara (chá) de leite</li>
<li>sal e pimenta do reino moída na hora a gosto</li>
</ul>
<h3><strong>Cebolas</strong></h3>
<ul>
<li>1 cebola partida em quatro com casca</li>
<li>azeite, sal e pimenta do reino moída na hora à gosto</li>
</ul>
<h3>Modo de fazer</h3>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6839" alt="pure-de-batata-doce-com-alho-assado-e-cebolas-caramelizadas-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/pure-de-batata-doce-com-alho-assado-e-cebolas-caramelizadas-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1604" /></p>
<p><strong>Purê</strong></p>
<p>Faça uma pacotinho com os dentes de alho embrulhando-os em papel alumínio.</p>
<p>Disponha as batatas doces regadas com azeite em uma assadeira, o pacotinho de alho também, e leve-os ao forno pré aquecido por 30 minutos. (Dica: O ideal é levar as batatas e o lagarto ao forno junto, assim enquanto o lagarto chega no ponto vc processa o purê.)</p>
<p>Verifique se as batatas estão assadas e macias e então amasse-as com um amassador ou garfo ou passe-as pelo espremedor direto em uma panela.</p>
<p>Esprema os dentes de alho, para que saia apenas a polpa doce e cremosa e misture-os à batata.</p>
<p>Acrescente o leite e a manteiga e leve ao fogo mexendo bem &#8211; se necessário, acrescente mais leite. Ajuste o sal e polvilhe com pimenta do reino moída na hora.</p>
<h3>Cebolas</h3>
<p>Asse-as no forno pré aquecido regadas com azeite e cobertas com papel alumínio por 20 minutos. Polvilhe com sal e pimenta do reino moída na hora.</p>
<h1><img class="size-full wp-image-1375 alignleft" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></h1>
<h1></h1>
<h1>Bok choy chapeada e ervilhas tortas salteadas com raspas de tangerina</h1>
<h3></h3>
<h3>Ingredientes</h3>
<h3>Bok choy</h3>
<ul>
<li>2 bok choys partidas ao meio no sentido do cumprimento</li>
<li>azeite e sala gosto (usei sal nego para dar charme)</li>
</ul>
<h3>Ervilhas tortas</h3>
<ul>
<li>12 ervilhas tortas das menores, sem o fio.</li>
<li>raspas de 1/2 tangerina</li>
<li>1 dente de alho brunoise</li>
<li>azeite e sal a gosto</li>
</ul>
<h3>Modo de fazer</h3>
<h3><img class="alignnone size-full wp-image-6837" alt="ervilhas-e-bok-choy-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/ervilhas-e-bok-choy-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="1754" />Bok choy</h3>
<p>aqueça uma frigideira anti aderente e nela disponha as bok choys com a polpa virada para baixo &#8211; sem azeite, nem óleo.</p>
<p>Quando a polpa começar a escurecer (igual à foto), retire-as do fogo, regue com azeite e polvilhe com sal.</p>
<h3>Ervilhas</h3>
<p>sue o alho em um fio de azeite e uma pitada de sal. Salteie as ervilhas até mudarem de cor.</p>
<p>Salpique com as raspas de tangerina, ajuste o sal e está pronta.</p>
<p>Bom apetite!</p>
<h2>Harmoniza com&#8230; por Marcelo Pedro (No copo) e Marina Novaes (Na pick&#8217;up)&#8230;</h2>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4830" alt="selos_02" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2012/07/selos_02.gif" width="199" height="82" />Como a receita de hoje é caseirinha para o dia a dia, vou indicar um vinho que bebemos semana passada, também num jantar caseirinho na casa da tia Cristina, uberlandense como a Léti. Tinha comprado um tinto australiano uns meses atrás, com preço bom no supermercado aqui da vila, mas não havia tido a lembrança de tomá-lo. Era um Shiraz da vinícola australiana Casella wines, chamado Yellow Tail, safra 2011. A uva Shiraz não deve ser confundida com a francesa Petite Sirah, uma variedade criada na década de 1880 cruzamento da Syrah (nome francês da Shiraz) com a Peloursin. A Syrah é originária da região do Rhône, e após 1998 estudos genéticos mostraram ser originária das variedades Mondeuse blanche e Dureza. A ciência acabou com a história romântica de que a Shiraz era originária da antiga Pérsia, da cidade de Shiraz, levada para a França pelo cruzados na idade média&#8230; Mas esta é outra história.</p>
<p>A variedade Shiraz é cultivada em diversas partes do mundo, mas na Austrália é a principal uva para vinhos tintos, e provavelmente os melhores vinhos australianos são desta casta. Também foi australiana a idéia de fazer assemblage da Shiraz com a Cabernet Sauvignon, que também produzem grandes vinhos australianos.</p>
<p>A marca Yellow Tail é bastante acessível, com preços em torno de R$30.00 &#8211; R$35.00. Como característica de vinhos modernos já vem pronto para tomar, sem necessidade de envelhecer na garrafa, daí ter tampa de rosca e não rolha. Tem uma cor muito bonita, rubi-violácea, muito sabor de frutas vermelhas e geléia e um final bastante elegante e persistente. Com taninos macios, é um vinho seco que agrada a todos, super fácil de tomar e que tem potência alcoólica suficiente para encarar carnes assadas, como o lagarto de hoje. Cheers Mate!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-4831" alt="selos_032" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2012/07/selos_032.gif" width="199" height="82" />Descomplicada e saudável são coisas que deviam estar nas nossas vidas como um mantra.  E pensando nesta premissa e no trio de acompanhamentos, recomendo que o lagarto assado seja saboreado ao som das I Threes, com a música Many are Called.</p>
<p>O trio (lendário!) jamaicano, era formado Rita Marley, Judy Mowatt e Marcia Griffiths  e foram o mais influente grupo feminino na história da música jamaicana.</p>
<p>Quando o Peter Tosh saiu do The Wailers, o Bob Marley as convidou para gravar com ele no disco Jah Live. E depois continuaram juntas por mais dez anos. O nome do grupo tem todo um jogo de palavras com significado rastafári, mas a idéia toda desta harmonização é para ser descomplicada, né? Então deixa para lá.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/lagarto-assado-com-pure-de-batata-doce-e-alho-vegetais-dia-a-dia-saudavel-e-descomplicado/"><img src="http://img.youtube.com/vi/rPUFU1apBtI/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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		<title>Vitrolinha &#8211; Virada do Amor</title>
		<link>http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/</link>
		<comments>http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 May 2013 15:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marina Novaes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vitrolinha]]></category>
		<category><![CDATA[Amo São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Sâo Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Virada Cultural]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou numa fase que já dura um tempo de paixão por São Paulo. Na verdade sempre fui apaixonada, tanto é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Estou numa fase que já dura um tempo de paixão por São Paulo</b>. Na verdade sempre fui apaixonada, tanto é que quando estava no colegial, mais do que passar na faculdade eu queria mesmo era morar em SP.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6781" alt="pateo-do-colegio(marina-novaes-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/pateo-do-colegiomarina-novaes-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="320" />Em 2008, quando morava m Pinheiros, passou uma série na TV a cabo, chamada Alice, que nem era tãããão boa, mas tinha cenas e mais cenas lindas da cidade, que me fez ter mais vontade de vivê-la.</p>
<p>Tanto é, que nos convencemos a <b>morar no centro. Só que não começamos muito bem. Fomos morar no Bom Retiro</b>, que era perto de um antigo trabalho meu, mas o bairro não era tão charmoso e a vizinhança não foi tão amigável com a gente. A nossa vizinha de baixo, por exemplo, toda vez que recebíamos alguém em casa, no dia seguinte nos saudava com batidas de um cabo de vassoura. A falta de lugares 24hs também pesou. E fora que a ONG que trabalhava era uma furada.</p>
<p>Aí, um dia saindo da saudosa <b>Casa Belfiore, na Barra Funda</b>, <b>pegamos o comecinho da Al. Barão de Limeira, e adoramos!</b> Decidimos que era por lá que íamos procurar o novo apê. <b>E encontramos, no meio da intersecção entre Barra Funda, Campos Elíseos e Santa Cecília, o famoso Baixo Centro.<span id="more-6819"></span></b></p>
<p>Comecei a trabalhar com imigrante e estudar a imigração de uma perspectiva da História contemporânea. A integração  destas pessoas com a cidade permeia todo este estudo, e que visivelmente sente a influência de mais uma das infinitas transformações.</p>
<p><b>E comecei a sentir esta cultura de viver o centro, com festas na rua, cineclube do bairro, passeios de domingo no Minhocão</b>. Quando o Tom nasceu então, estava de licença maternidade e passava todas as tardes passeando de carrinho, (às vezes como se fosse uma trilha off road, claro), <b>dividindo meu momento de plenitude materna com São Paulo.</b></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6782" alt="virada-(marina-novaes-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/virada-marina-novaes-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="427" />Na coluna <a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-dilemas-mundanos-com-colaboracao-de-marcia-ottoni/)">passada </a>falei sobre meu novo momento profissional , e que cada vez mais tudo faz sentido dentro desta <b>perspectiva badauera que nada acontece por acaso</b>. <b>Eu não só trabalho no centro da cidade, como trabalho para a cidade. E sob a ótica dos Direitos Humanos, com convicção e com vocação de lutar por condições mínimas e dignas para todas e todos</b>. (Ai que legal!!)</p>
<p>Um dos grandes responsáveis por tudo isso é o <b>Daniel</b>, que já declarei meu amor aqui no <a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-admin/%3Ca%20href=">Vitrolinha</a>.  Ele começou o ano trabalhando na Subprefeitura da Sé, mas o bandido vai pra Brasília, passou num super concurso, e enquanto não é chamado, vai trabalhar no Ministério da Saúde, na Coordenação de Saúde Mental. Uma de suas festas de despedida, foi um happy hour no <b>Bar</b> <b><a href="http://www.barguanabara.com.br/guanabara.htm">Guanabara</a>, um verdadeiro achado no meio do Vale do Anhangabau.</b></p>
<p>A turma do meu trabalho, a turma do trabalho dele, pede uma, pede mais, 5 saideras, conta astronômica&#8230; e o pessoal animou para encontrar outro pessoal que estava no bar Brahma. Totalmente sem ritmo para ir de bar em bar no meio da semana, desisti, mas fui caminhando com eles para pegar o metrô.</p>
<p>Eis que engato uma conversa com <b>Marcos Barreto</b><b>, o Subprefeito dos Subprefeitos,</b> que me conta a história do <b>Edifício Martinelli, entrecortando com partes do filme Rua São Bento, 405, Prédio Martinelli, do Ugo Giorgetti, e quando olho ao redor somos um grupão de pessoas passando pelo Largo Paissandu, lindo lindo, sem o corre corre do dia, e pensei: “isso é uma pré-Virada Cultural”.</b></p>
<p>E foi um petisco da Virada mesmo. No sábado toquei no casamento Anamelia, a noiva que soube fazer um casamento com um dos climas mais gostosos que eu já vi. Apesar de ter acabado cedo, fiquei bem cansada, e nem me arrisquei me aventurar pelos shows. Mas tinha feito o meu roteiro, que seria:</p>
<p><strong>Daniela Mercury com o Zimbo Trio no palco Julio Prestes</strong>. Não podia ter artista melhor para abrir o evento, não só pelo “respirar o amor aspirando liberdade”, mas porque “O canto desta cidade sou eu”.</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/fFMtw8KzMeM/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>De lá, eu correria para ver na <strong>São João o Edgar Scandurra com o Billy Cox, o baixista do The Jimi Hendrix Experience. Tipo histórico:</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/it4lIMBVryI/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Às 22h30, na <strong>Rio Branco</strong>, eu ia dar uma olhada no <strong>Emicida</strong>, neste palco que ficou muito bom (e este clipe é um primor).</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/iJHEQkL9lww/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Ia sair no meio, para <strong>voltar ao palco Julio Prestes  e ver Black Star, do duo de hip hop com o Mos Def e Talib Kweli. U-A-U.</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Rx5aVI2zsFE/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong>Como eu teria perdido o Sidney Magal no Arouche, ia ficar pra ver, às 1h no mesmo palco o Kaoma e às 5h, a Banda Uó.</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/i8mz9uOvFQA/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/7DYNuUMDLf4/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p><strong>Neste intervalo eu ia ver a atração que eu mais queria ver: George Clinton e P-Funk. Apenas “o” cara da Funk Music, membro do Parliament-Funkadelic.</strong> Tod@s meus amigo@s que foram ficaram extasiad@s (ai inveja!) Ow, we want the funk/Give up the funk /Ow, we need the funk/ We gotta have that funk</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/gjKFCYzqq-A/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Enfim, o que aconteceu na vida real, é que o <strong>Will</strong> acordou as 7h para tocar no <strong>Mercado Mundo Mix na praça Dom José Gaspar, às 8h</strong>. O Tom acordou minutos mais tarde com a corda toda. <strong>Eu e ele combinamos de passear por São Paulo.</strong></p>
<p>Descemos na <strong>Sé</strong><b> </b>e fomos andando pela cidade. Passamos pela <strong>Rua Direita</strong>, depois no <strong>Pateo do Colégio</strong>, no <strong>Coreto da Bolsa de Valores</strong>, <strong>Viaduto do Chá</strong>. Me senti tão bem de andar por ali com meu filho, a cidade meio que acordando, meio que recuperando da noite anterior.</p>
<p>Eu tinha algumas restrições com a Virada, porque parecia um evento episódico, que se esgotava em um final de semana a política cultural, sem deixar nada arraigado, ou fazendo o espetáculo do monumento. <strong>Mas fiquei  emocionada. De cabo a rabo,  até chegar à praça D. José Gaspar, ao som da discotecagem do meu marido.</strong></p>
<p>O sol foi saindo, vesti uma “pulserinha passe livre”, e fomos explorar. Passei no palco da <strong>República</strong>, cheio de gente sambando, peguei o metro depois de um certo sacrifício de acessibilidade, tanto lá, quanto na Luz onde desembarcamos. O moço do metrô quis ser atencioso comigo e disse para eu tomar cuidado com a criminalidade, perguntou se eu tinha visto notícias da Virada&#8230; E eu não tinha visto mesmo e achei um comentário de quem assiste muito o Datena. Depois soube que a coisa foi complicada, pessoas morreram, outras apanharam de graça, outras tiveram celulares roubados (com violência ou grave ameaça). <strong>Foda. Mas todo dia é foda.</strong></p>
<p>E o Tom que tirou um cochilo, acordou no meio do show do <strong>Criolo</strong>. Deve ter achado que acordou num universo paralelo, porque era muita informação. Primeiro a multidão que estava. Segundo, o Criolo no palco Julio Prestes. Terceiro, porque a mãe dele estava lá cantando a todo vapor que “não existe amor em SP.”  <strong>E o ponto alto do show foi quando o DJ Dandan falou “mãos para cimaaaaa” e o Tom obedeceu, com as duas mãozinhas levantadas.</strong></p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/OdaDCDfXgTo/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Nós dois saímos do show muito empolgados e vimos uma barraca de pastel. Ele apontou e falou(pas)”tel”, como um comando! E dividimos um pastel de queijo.</p>
<p>Fomos ao parque da <strong>Luz</strong>, na <strong>Viradinha</strong>, e estava para começar o show do <strong>Pequeno Cidadão</strong>. <strong>Convidamos a Ioná (melhor amiga do Tom), a Pri e o Leo para curtirem com a gente, e dançamos o show todo.</strong> (achei este vídeo que tem no comecinho uma cabecinha empolgada pulando no canto inferior esquerdo: eu mesma!)</p>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/vitrolinha-virada-do-amor-2/"><img src="http://img.youtube.com/vi/QFdzvOVbbdg/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Às 15h30, sob protestos do Tom que queria ficar, voltamos pra casa, apesar de querer ver o <strong>Andre Abujamra tocando a Arca de Noé e o Bexiga 70 com Samtimbancos (e óbvio, o show dos Racionais)</strong> . Mas nós ainda tínhamos que ir na vigésima quinta festa de despedida do Daniel. E depois de um mini relax em casa, o Tom dormiu no caminho. Chegando lá, continuou dormindo. Aliás, ele só acordou no dia seguinte.</p>
<p>Fiquei digerindo por uns 3 dias estes momentos tão bacanas, de celebrar pela cidade junto com o meu filho. <strong>Foi um momento muito importante na minha vida musical e materna. A prova maior disso foi voltando com o Tom da escolinha de ônibus na terça feira. Bem atrás do motorista tinha um cartaz de propaganda da Virada. Com um grito, o Tom apontou o dedo e disse:</strong></p>
<p><strong>Ele: “Virada”!</strong></p>
<p><strong>Eu: “É filho, isso mesmo”.</strong></p>
<p><strong>Ele: “Mamãe e Tom”.</strong></p>
<p><strong>Eu: “Sim! Nós fomos! Que show a gente viu?”</strong></p>
<p><strong>Ele: (Cr)&#8221;iolo”!</strong></p>
<p><strong>Eu: “É! E o que mais?”</strong></p>
<p><strong>Ele: (Pequ) &#8220;eno cidão”.</strong></p>
<p><strong>Derreti de amor naquele momento.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Dois bolos para o Achados da Bia + Frutas assadas com pesto doce de hortelã</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 21:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Penso, logo como!]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[Achados da Bia]]></category>
		<category><![CDATA[bolo de chocolate com coco e pimenta]]></category>
		<category><![CDATA[Bolo de chocolate com menta]]></category>
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		<category><![CDATA[pesto doce de hortelã]]></category>

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		<description><![CDATA[Montagem das imagens: Ricardo Perotti Fotos: Alessandra Luvisotto e Letícia Massula Há tempos que queria brincar com os looks do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Montagem das imagens: Ricardo Perotti</strong></p>
<p><strong>Fotos: Alessandra Luvisotto e Letícia Massula</strong></p>
<p><strong>Há tempos que queria brincar com os looks do dia da Bia, produzir receitas a partir deles, criando um pequeno editorial de comida/moda.</strong> Eu adoro este tipo de desafio, oportunidade de dar asas à criatividade e produzir coisas bonitas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6751" alt="bolo-bricklane-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bolo-bricklane-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="840" />Com essa ideia na cabeça comecei a vasculhar os diversos looks procurando os que renderiam preparos. <strong>Selecionei alguns e ao fim separei dois para começar a história: o <a title="Achados da Bia" href="http://www.achadosdabia.com.br/2012/02/23/look-do-dia-bricklane/" target="_blank">Bricklane</a></strong> e o <a title="Achados da Bia" href="http://www.achadosdabia.com.br/2011/12/03/look-do-dia-frutas/" target="_blank"><strong>Frutas,</strong></a> já que tanto um como outro renderiam bolos lindos, um bom começo.</p>
<p>E <strong>quando o assunto é bolos dona <a title="Radio Vanilla" href="http://radiovanilla.com/2013/05/22/corte-costura-e-uma-cozinha-inspiradora/" target="_blank">Alessandra Luvisotto</a>  já vem na minha cabeça, daí que foi natural convidá-la para a empreitada.</strong> É claro que ela adorou a proposta, traçamos um plano e colocamos mãos à obra.<span id="more-6748"></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6752" alt="bolo-frutas-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/bolo-frutas-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="560" />A partir dos looks <strong>criei os bolos e pensei em como executá-los,</strong> a <strong>Alê criou as receitas a partir do layout e já chegou aqui com os bolos assados para gente começar a montagem.</strong> Como sempre, foi uma delícia de dia, <strong>Marina e Tom apareceram no fim da tarde</strong> para completar a alegria.</p>
<p><strong>Trabalhar com a Alê é um privilégio,</strong> além de uma super profissional, confeiteira de mão cheia, é do time de pessoas nutritivas, que sempre acrescentam algo à vida da gente! <strong>Gracias por estar junto, hermana! :)</strong></p>
<h1>Passo a passo do processo</h1>
<h3>Bolo Bricklane</h3>
<p>O primeiro look que me chamou a atenção foi o Bricklane, <strong>adorei o vestido vintage (sou rata de brechós) e o clima retrô super londrino.</strong> Me chamou a atenção a estampa de arabescos e as flores, exatamente da mesma cor das capuchinhas, que adoro. <strong>O colete branco de pelo fake imediatamente me remeteu a um &#8220;abraço&#8221; de coco ralado,</strong> foi também com coco que pensei o recheio, mas aí com um toque de pimenta. A base de tudo? Chocolate amargo, escuro&#8230; <strong>O produto final foi um portentoso bolo de chocolate recheado com coco e pimenta.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6754" alt="Leticia-Bricklane---Montagem" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Leticia-Bricklane-Montagem.jpg" width="640" height="1346" />Para criar a estampa <strong>desenhamos e recortamos dois estêncil e trabalhamos com açúcar de confeiteiro para o branco e pimenta em pó para o vermelho.</strong> A parte da estampa com flores <strong>usamos capuchinhas e mini rosas comestíveis frescas,</strong> que ficaram perfeitas<strong>. O coco ralado fresco envolvendo o bolo foi o toque final da brincadeira.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6775" alt="Leticia-Bricklane-Top" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Leticia-Bricklane-Top.jpg" width="544" height="1280" /></p>
<h3>Bolo Frutas</h3>
<p>Para o look frutas, pensei em um novo bolo, também de <strong>chocolate amargo, mas aí na combinação clássica com menta.</strong> Aliás, além da combinação de sabores, <strong>adoro a combinação de cores marrom com menta, foi por aí minha inspiração ao escolher este look.</strong></p>
<p>Imediatamente <strong>pensei em um naked cake onde fosse possível visualizar essa combinação, chocolate na massa e menta no recheio.</strong> A <strong>Alê criou uma ganache de chocolate branco com menta super leve e saborosa,</strong> na medida para a intensidade do chocolate amargo da massa. <strong>As frutas <em>in natura,</em> lindas, usei para fechar a brincadeira.</strong></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6757" alt="Bolo-Frutas" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Bolo-Frutas.jpg" width="640" height="1150" /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1375" alt="selo receita" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2010/06/selos_01.gif" width="201" height="82" /></p>
<p><strong>As receitas dos bolos você confere no Radio Vanilla, blog da Alê.</strong></p>
<p><strong>E no fim acabei criando uma nova receita com as frutas,</strong> achei que ficariam incríveis <strong>assadas com pesto doce de hortelã com mel,</strong> que fiz para acompanhar o post.</p>
<h3> <a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/frutas-assadas-com-pesto-de-hortela-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" rel="lightbox[6748]"><img class="size-full wp-image-6755 alignnone" alt="frutas-assadas-com-pesto-de-hortela-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/frutas-assadas-com-pesto-de-hortela-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="702" /></a>Ingredientes &#8211; 2 porções</h3>
<ul>
<li>1 pêra cortada em gomos</li>
<li>2 ameixas cortadas em gomos</li>
<li>açucar demerara para molhar frutas</li>
<li>1/2 xícara (chá) de folhas de hortelã</li>
<li>1 colher (sopa) de nozes</li>
<li>1 colher (sopa) de mel</li>
</ul>
<h3>Modo de fazer</h3>
<p>Passe as frutas pelo açúcar demerara eleve ao forno pré aquecido até que dourem (aproximadamente 15 minutos).</p>
<p>Faça o pesto a parte: passe pelo mixer ou moa no almofariz o hortelã, as nozes e o mel.</p>
<p>Regue as frutas assadas com o pesto doce e sirva imediatamente.</p>
<p>Bom apetite!</p>
<p><strong>PS- Como o post de hoje é fora do convencional, não tem harmonização. Só semana que vem.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Recomendações da Casa 53 &#8211; + 10 bocadas favoritas</title>
		<link>http://www.cozinhadamatilde.com.br/recomendacoes-da-casa-53-10-bocadas-favoritas/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 19:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendações da casa]]></category>
		<category><![CDATA[banana caramelada do Yokozuna]]></category>
		<category><![CDATA[Beirute do Frevo]]></category>
		<category><![CDATA[Bolinho de carne do Luiz Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[Brodeto do Pasquale]]></category>
		<category><![CDATA[Chilenito do El Guaton]]></category>
		<category><![CDATA[Genésio]]></category>
		<category><![CDATA[Guioza da feira da Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Sarapateu do Mocotó]]></category>
		<category><![CDATA[Suchi Lika]]></category>
		<category><![CDATA[Sucré da Maison de Marie]]></category>

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		<description><![CDATA[E quando escrevi ano passado o post com minhas 10 bocadas favoritas aqui em São Paulo logo dei falta de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>E quando escrevi ano passado o post com minhas <a title="As10 bocadas favoritas 1" href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/recomendacoes-da-casa-37-as-10-bocadas-favoritas/" target="_blank">10 bocadas favoritas</a> aqui em São Paulo logo dei falta de alguns acepipes que adoro, e então prometi que faria uma nova lista com mais 10 dicas. Nós, librianos, somos sempre assim, temos uma dificuldade danada de fechar uma lista de favoritos, sempre achamos que faltou alguma coisa, que não deveríamos ter deixado isso ou aquilo de fora, enfim&#8230; foi o caso aqui, fechei a primeira lista e logo dei falta de outras bocadas amadas, daí que tinha que escrever um segundo post para dar conta de tudo.</p>
<p><strong>No fim das contas, o bacana é que em lugar de 10, você leva 20 dicas deliciosas:</strong></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-6741 alignleft" alt="mocoto-sarapatel" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/mocoto-sarapatel.jpg" width="200" height="196" />  1- Sarapatéu do <a title="Mocotó" href="http://www.mocoto.com.br/" target="_blank">Mocotó</a> -</strong> eu adoro sarapatéu, mas não é uma iguaria que a gente acha em qualquer lugar, ainda mais aqui em Sampa. Tem que procurar. Eu já experimentei vários por aí, mas o favorito é o do Mocotó, na Vila Medeiros. É a primeira coisa que peço quando sento na mesa, acompanhado de uma cachacinha para abrir os trabalhos! É perfeito, bem temperado, as carnes macias, saborosas. O caldinho intenso, encorpado, não deve nada para o do Leite, em Recife, que é perfeito! Só de pensar em uma cumbuquinha fumegante polvilhada de farinha já começo a salivar!</p>
<p><strong>2- Bolinho de carne da Dona Idalina no <a title="Bar do Luiz Fernandes" href="http://www.bardoluizfernandes.com.br/" target="_blank">Bar do Luiz Fernandes</a> -</strong> Já foi eleito pela Revista Veja o melhor petisco de São Paulo. Trata-se de um bolinho frito de carne moída, pedido de 10 entre 10 mesas de frequentadores. Um clássico. Suculento, super bem temperado, tem gosto de infância e casa perfeitamente com uma cervejinha gelada e o clima descontraído deste boteco super tradicional do Mandaqui, na Zona Norte da cidade. Se você ainda não conhece não sabe o que está perdendo!<span id="more-6736"></span></p>
<p><strong>3- Guioza da feira da liberdade -</strong> Produzido pela família Nakamura, é vendido na primeira barraquinha da feira, na ponta, esquina com a avenida liberdade, em frente à igreja. Eu amo esse guioza super size de carnes (mistura porco, vaca e frango no recheio) cozido no vapor e finalizado na chapa, quente de queimar a boca, acompanhado de molhinho de shoyo, limão, cebolinha e pimenta. Na medida certa para aplacar a fome enquanto a gente dá um rolê pelo bairro no domingo, dia mais concorrido, e deixa para almoçar bem mais tarde. E ainda vale para dar uma olhadinha na organização e limpeza da barraca, tudo é feito na frente da clientela, de deixar qualquer pessoa que ama cozinhar emocionada.</p>
<p><strong><img class="size-medium wp-image-6742 alignleft" alt="sushi-lika" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/sushi-lika-300x300.jpg" width="300" height="300" />4- Parzinho de Aji (carapau) do Sushi LIka -</strong> E já que estamos na Liberdade, passo ao próximo da lista, o parzinho de aji do Lika. Aji ou carapau é meu peixe favorito para sushi, sabor forte, contundente, é parente da sardinha, outra queridinha. Eu vivo procurando lugares que fazem parzinho de Aji, tanto o Hamatyo e o Sushi Gen fazem muito bem, mas o meu favorito é o do Lika. Um parzinho portentoso, super fresco, com textura de manteiga&#8230; leva minhas papilas à loucura!</p>
<p><strong>5- Beirute de roast beef salada do <a title="Frevinho" href="http://www.frevinho.com.br/" target="_blank">Frevinho</a> -</strong> Com quase 60 anos de existência, esse é um clássico da Paulicéia. A gente se teletransporta para outra época quando chega ao Frevo, tudo igual à época em que a Arpiné, mãe da minha amiga Valéria frequentava para as paquerinhas de adolescência nos fins da década de 50. E o sanduíche beirute vale a fama que tem. É delicioso, com recheio na medida certa, pão super crocante, queijo derretidinho. Serviço impecável de garçons de verdade, de jaqueta branca e gravata borboleta, que gritam cada pedido à boqueta. Para acompanhar o tradicional rabo <strong>de peixe!<img class="alignright size-medium wp-image-6740" alt="frevo_f_009" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/frevo_f_009-300x200.jpg" width="300" height="200" /></strong></p>
<p><strong>6- Brodeto do <a title="Pasquale" href="http://www.pasqualecantina.com.br/index.php" target="_blank">Pasquale </a>-</strong> Tem dias em que preciso do conforto de um caldo. Só ele pode salvar e me dar o abraço que preciso para ser feliz. E o Pasquale faz um capelete ao brodo de carne delicioso. Caldo super leve e aromático, com a massa delicada, a medida da felicidade!</p>
<p><strong>7- Macedônia do <a title="Genésio" href="http://www.bargenesio.com.br/#/home" target="_blank">Genésio</a> -</strong> O Genésio é um dos botecos que mais frequento aqui na Vila, fica pertinho de casa. É incrível como essa simples saladinha de frutas consegue ser perfeita. Eles fazem na hora, então não fica com gosto de passada (como em geral são as saladas de frutas). As frutas são cortadas com precisão, tudo pequenininho, maçã crocante e ácida, morango, abacaxi&#8230; taça finalizada com uma bola de sorvete de creme. Encerra com chave de ouro a noitada e sempre me salva depois de muitos chopps e muita conversa jogada fora com amigos!</p>
<p><strong>8- Chilenitos do <a title="El Guaton" href="http://www.elguaton.com.br/" target="_blank">El Guaton</a> -</strong> São pequenos alfajores chilenos cobertos de glacê sequinho e crocante, recheados de doce de leite cremoso&#8230; fazem jus à fama de loucos por doces dos Chilenos. São super caseiros, vêm embrulhados em papel de seda branco e fechados com um pequeno adesivo da bandeira do Chile. Me encanta a delicadeza, deveria vir com uma plaquinha de &#8220;cuidado, frágil&#8221;.</p>
<p><strong>9- Banana caramelizada do <a title="Recomendações da Casa - Yokozuna" href="http://www.yokozuna.com.br/" target="_blank">Yokozuna</a> -</strong> Eu não sei o que o cozinheiro faz, mas é a melhor banana caramelizada que já comi. Tem uma camada super fina de massa, bem sequinha e leve, não fica aquela bolotona de massa com um pequeno pedaço de banana no meio, como é comum. A camada de caramelo também é fina e delicada, na medida para conter a banana quente, fumegando lá dentro.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-6739" alt="002g" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/002g-300x199.jpg" width="300" height="199" />10 &#8211; Sucré da patisserie <a title="Maison de Marie" href="http://www.maisondemarie.com.br/" target="_blank">Maison de Marie</a> -</strong> é uma espécie de biscoito doce de queijo parmesão, receita da bisavó da chef Luisa Teppet. Eu caí de amores à primeira dentada, já que me remeteu imediatamente às deliciosas ameixinhas de queijo mineiras (doce de queijo tradicional do triangulo mineiro), meu doce favorito desde criança. Achei o máximo reencontrar este sabor na patisserie francesa, adoro essas viagens de sabor e das receitas queridas. No mais, vale várias visitas à esta deliciosa e simpática portinha onde são servidas delicias do dia, tudo feito com muito amor pela Luiza!</p>
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		<title>Nova temporada de aulas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 11:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda de aulas]]></category>
		<category><![CDATA[aula comida no forno]]></category>
		<category><![CDATA[aula comida oriental]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>

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		<description><![CDATA[Aberta nova temporada de aulas, a segunda do ano, com duas aulas bacanas: Comida Oriental, a queridinha desta que vos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Aberta nova temporada de aulas, a segunda do ano,</strong> com duas aulas bacanas: <strong>Comida Oriental,</strong> a queridinha desta que vos escreve e <strong>Boca de Forno,</strong> sugestão das amigas que queriam uma aula com preparos descomplicados para montar na assadeira e levar ao forno!</p>
<h3>Informações, valores e reservas: cozinhadamatilde@gmail.com</h3>
<h2></h2>
<h2></h2>
<h2>Aula Comida Oriental</h2>
<h3>Dia 28 de maio &#8211; terça feira &#8211; 19h30</h3>
<p><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/thaileticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" rel="lightbox[6716]"><img class="alignnone size-full wp-image-6718" alt="thai(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/thaileticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="600" /></a>Depois dos sabores da nossa comida brasileira sou fã confessa dos sabores orientais.</p>
<p>Para esta aula fiz um apanhado de receitas que adoro, todas tradicionais e fáceis de fazer.</p>
<h3>Menu</h3>
<ul>
<li>Asinhas de frango à moda coreana</li>
<li>Sopa thai de frango com coco</li>
<li>Curri verde thai de carne com abobora</li>
<li>Rolinhos vietnamitas de manga verde, camarão, gengibre e hortelã</li>
<li>Refogado picante de legumes à moda da Indonésia &#8211; Sambal</li>
</ul>
<h2></h2>
<h2></h2>
<h2>Aula Boca de Forno</h2>
<h3>dia 05 de junho &#8211; quarta feira &#8211; 19h30</h3>
<p><a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/salsinha-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" rel="lightbox[6716]"><img class="alignnone size-full wp-image-6717" alt="salsinha-(leticia-massula-para-cozinha-da-matilde)" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/salsinha-leticia-massula-para-cozinha-da-matilde.jpg" width="640" height="600" /></a>Atendendo a pedidos das amigas, criei essa aula onde a ideia é fazer preparos que a gente monta na assadeira ou refratário e leva ao forno. Simples assim.</p>
<p>São receitas gostosas, saudáveis e super descomplicadas para quem tem pouco tempo no dia a dia.</p>
<h3>Menu</h3>
<ul>
<li>Lagarto assado com sal grosso</li>
<li>Tubérculos e legumes assados com ervas aromáticas</li>
<li>Caponata rústica</li>
<li>Peixe com batata e tomates assados e vinagrete de coco</li>
<li>Coxa e sobrecoxa de frango com crosta de laranja, pimenta e nibs de cacau</li>
<li>Frutas assadas com pesto doce de hortelã</li>
</ul>
<h2 style="text-align: center;"></h2>
<h2 style="text-align: center;">Maiores informações, valores e reservas: cozinhadamatilde@gmail.com</h2>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Recomendações da Casa 52</title>
		<link>http://www.cozinhadamatilde.com.br/recomendacoes-da-casa-52/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 16:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Letícia Massula</dc:creator>
				<category><![CDATA[Recomendações da casa]]></category>
		<category><![CDATA[A queijaria]]></category>
		<category><![CDATA[Chickpea Magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Em busca da garfada perfeita]]></category>
		<category><![CDATA[Tatiana Mendes]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Cabeceira Chickpea Magazine Algum amigo querido me indicou essa belezura, e a lerda aqui não consegue se lembrar quem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Na Cabeceira</strong></h2>
<h3><strong><img class="alignleft size-medium wp-image-6706" alt="_DSC6991" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC6991-300x187.jpg" width="300" height="187" /><a title="Chickpea magazine" href="http://chickpeamagazine.com/" target="_blank">Chickpea Magazine</a></strong></h3>
<p>Algum amigo querido me indicou essa belezura, e a lerda aqui não consegue se lembrar quem foi para dar os créditos direitinho como gosto de fazer. <strong>Mas o fato é que me apaixonei pela revista, linda de se ver e com um excelente conteúdo.</strong></p>
<p>É uma <strong>revista de comida vegana,</strong> mas interessa para qualquer pessoa que gosta de comer bem. Outra coisa que achei bacana é que <strong>o conteúdo é colaborativo, cada edição é elaborada com um grupo diferente de colaboradores</strong> que têm a oportunidade de mostrar seu trabalho para o mundo por meio da revista.</p>
<p>Aliás, qualquer pessoa pode encaminhar conteúdo para eles e se o material for bacana e de acordo com as diretrizes da revista é publicado, muito legal, né? <strong>Eu já estou aqui com várias receitas veganas na cabeça para mandar para eles, seria um luxo ver uma das minhas receitas por lá!<span id="more-6704"></span></strong></p>
<h2>Vale o clique</h2>
<h3><img class="alignleft size-medium wp-image-6707" alt="index" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/index-300x110.jpg" width="300" height="110" /><a title="Em busca da garfada perfeita" href="http://embuscadagarfadaperfeita.com.br/blog/" target="_blank">Em busca da garfada perfeita</a></h3>
<p>A <strong>Tatiana Mendes é uma chef de cozinha curitibana que vive em Goiânia.</strong> Conheci através da <strong>Fê Palazzo,</strong> já que a Tati, como eu, também dá aulas no Bistrô lá em Goiânia.</p>
<p>Como não podia deixar de ser, engatamos uma prosa louca, falamos sem parar sobre o universo que nos une: a comida. E eu que adoro olhar a comida alheia fui escrafunchar seu blog &#8220;Em Busca da garfada perfeita&#8221; e adorei!</p>
<p><strong>A Tati quer comer o mundo e para tanto sai por aí, experimentando o que encontra pela frente,</strong> depois compartilha suas impressões no blog, que é cheio de dicas quentes que ela traz na mala, além de muitas receitas bacanas!</p>
<p><strong>Vale muitos cliques! :)</strong></p>
<h2>Outras cozinhas</h2>
<h3><img class="alignleft size-medium wp-image-6708" alt="59273_333684823401602_571834820_n" src="http://www.cozinhadamatilde.com.br/wp-content/uploads/2013/05/59273_333684823401602_571834820_n-300x300.jpg" width="300" height="300" /><a title="A queijaria" href="http://www.facebook.com/aqueijaria?fref=ts" target="_blank">A Queijaria</a></h3>
<p><strong>Quem me conhece sabe que costumo achar de um tudo nessa cidade.</strong> Vivo em busca de portinhas especiais e fornecedores de produtos raros aqui na Paulicéia.</p>
<p>Foi assim que cheguei ao quarteirão de casas do norte no <strong>Largo da Concórdia,</strong> onde encontro entre outros produtos, as melhores farinhas, tucupi, polvilho artesanal. Ou ainda o<strong> Mini Ceasa</strong> onde compro jambú e pequi frescos ou mesmo a <strong>Feira dos Bolivianos no Parí</strong> onde encontro ajis e as batatas mais raras. Por conta desta sanha procuradeira, vira e mexe algum amigo me pergunta onde comprar isso ou aquilo&#8230; e eu vou anotando todos os meus achados para compartilhar de acordo com a demanda.</p>
<p>Mas <strong>algumas coisas eu confesso que nunca encontrei facilmente por aqui:</strong> guariroba fresca, galinha caipira e queijo curado de boa qualidade estão entre elas. Ou trago de Goiás e Minas ou fico sem&#8230;</p>
<p>Daí que <strong>imagina a minha alegria quando abriram a 2 quarteirões de casa, sim, apenas 2 quarteirões, uma queijaria SENSACIONAL</strong> apenas com queijos brasileiros (selecionados a dedo, produzidos em pequena escala por pequenos produtores, em um lindo projeto de sustentabilidade), <strong>ideia genial do Fernando Henrique Soares e do Fábio Mesquita D’Aprille.</strong></p>
<p>Confesso que enquanto experimentava as variedades disponíveis quase chorei no ombro da vendedora de tanta emoção. O resultado é que viciei. Como é pertinho de casa estamos experimentando cada um dos tipos disponíveis. <strong>Começamos pelos mineiros como não podia deixar de ser, e já levamos prá casa o Serro, o Canastra, Canastra Real e o Campo Redondo &#8211; um melhor que o outro!</strong></p>
<p>E prá comemorar <strong>tirei da cartola o Bolo de Fubá da Neusa, receita de família que não fazia há mais de 10 anos por falta de um bom queijo</strong> e que logo vou compartilhar por aqui  em um post (já está fotografado).</p>
<p><strong>Não menos importante: os preços são super honestos!</strong></p>
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