Cozinha da Matilde

Sem perder a ternura

Postado em 5 de março de 2012 por Letícia Massula

Che Guevara - O gato

Hoje seria dia de Recomendações da Casa mas acontece que na sexta nosso gato, o Che Guevara, se foi. E eu não podia deixar de compartilhar com vocês e fazer uma pequena homenagem já que ele fazia tanto sucesso com as pessoas que passavam por aqui.

Flufy

Acreditamos que resolveu seguir atrás da Flufy que partiu em janeiro.

O fato é que ambos estavam velhinhos. Flufy tinha 15 anos, Che 16, o que equivale a uns 80 anos mais ou menos em idade felina. E para um velhinho desta idade ele estava em ótima forma. Todo pimpão, gostava de dar uns rolês pela vizinhança, simulava caçadas com passarinhos que davam sopa no quintal e todas as manhãs lá vinha ele, miar na porta do quarto à espera de um chamego matinal…

Chezão

Era bonachão e exibido, sabia que era lindo e fazia poses irresistíveis para as visitas. Durante todo o tempo que abrimos nossa casa para eventos ele era a grande estrela, encantava @ tod@s (até quem não gostava de gatos).

Fotógraf@s ficavam loucos, sempre pediam para fazer algumas fotos dele. Era irresistível, carinhoso, gente boa!

Che bebê

Recebeu esse nome porque o Marcelo estava lendo a biografia do Guevara quando o ganhou, mas gostávamos de brincar dizendo que ele nunca iria dizer hay que endurecer-se seu negócio era mesmo uma ternurinha.

Chegou pequenininho, cabia no sapato do Má, ninguém imaginava que ficaria enorme (quase 8 kilos) e com cara de gato de raça gringo (era vira lata com um quê de persa).

Morreu sem quê nem porquê, de velho, enquanto se refrescava esparramado nas pedrinhas do jardim. Viveu feliz e alegrou muita gente. Era cheio das histórias engraçadas, um companheirão. Deixa uma saudade danada, mas deve estar mais feliz junto com sua companheira Flufy lá no céu dos gatos!

Hasta la vista, Che!


14 Comentários

  1. Cecilia disse:

    Let, eu não sei o que é perder um bicho de estimação, mas meu coração fica apertado só de pensar. Mesmo porque, pela lógica, a gente ainda vai passar por isso aqui, e minhas caninas vão fazer muita falta. Então deixo um abraço bem apertado pra você e pro Má, muitas memórias boas desse gato lindão que eu só vi uma vez, mas que me impressionou demais. Ele era realmente lindo e sabia fazer pose, o danado!

    • Letícia Massula disse:

      É triste Ceci, a casa fica vazia, quebra uma parte importante da rotina diária, difícil acordar e não dar com ele na porta do quarto miando e pedindo carinho… mas cumpriu seu ciclo, foi feliz e nos fez feliz! Deve estar por aí, em algum lugar, fazendo charme, o gordo danado!

  2. Nuna disse:

    Ô minha linda…eu e a Marina ficamos bem tristes agora :(
    Gatão lindo, amável, carinhoso…ainda bem que tive o prazer de conhecer e fazer bastante carinho nele. Tenho certeza de que ele foi muito feliz convivendo com vc, nessa casa gostosa e com tanto carinho de todos que o amaram mesmo conhecendo tão pouco.
    Um beijo enorme prá vc ❤
    Nuna e Marina.

    • Letícia Massula disse:

      Foi feliz sim, Nuna, se esbaldou durante a vida, recebeu muito carinho e tinha muitos fãs. Agora deve estar feliz da vida com a Flufy, acho mesmo que ele ficou muito solitário depois que ela se foi. Que bom que vocês puderam curtir ele um bocadinho!

  3. Patrick disse:

    Devo ter chamegado ele umas 3x apenas… Confesso que me passou planos mirabolantes até para seqüestra-lo, sem direito à fiança! Che era tudo de bom…
    Sinto muito Lê. Juro que to com uma saudades imensa dele.
    Que ele se espreguice muito junto com a companheira dele!!

    • Letícia Massula disse:

      Você e a torcida do Corinthia tiveram essas idéias, Patrick. E ele sabia do sucesso que fazia, eu briancava que era um gato modelo e manequim, Che Bünchen!!! Obrigada pelo carinho, querido.

  4. kellen disse:

    Amiga que lindo, belas fotos, e que bom que ele se foi assim tranquilamente, sem sofrimentos, uma passagem tranquila de uma vida super feliz sem duvidas, sou avessa a animais desde que meu cachorro morreu atropelado na minha frente, sofri tanto que nunca mais quis animais em casa! Que bom que ele teve a sorte de ter vcs! Fique bem! bjossss

  5. Nina disse:

    Oooohh que docinho!! Como era lindo.
    Sinto mt.
    Eu nao suportei gatos, por toda a minha vida, até que um dia conheci um no meio da floresta, que ganhou pra sempre meu coracao. Passamos 4 dias agarradinhos, ele nao largava de mim e eu dele. Gato é um bicho mt bonito. Muito.

    Bjs
    to de vez em qd aqui, maravilhada com as fotos de vcs. Parabéns pela beleza de blog.

    • Letícia Massula disse:

      Ô Nina, ele era lindo mesmo. De tirar o fôlego. Além de muito carinhoso, vai fazer falta!

      Obrigada pelo carinho.

      Beijocas

      Letícia

  6. Vilma disse:

    Oi Letícia; sou a mãe do Patrick. não conheci o Che pessoalmente, mas conhecia a fama dele: lindo, fofo, charmoso… Eu e Patrick somos apaixonados por animais e sabemos muito bem a dor da perda de um amiguinho tão íntimo da gente. Aquele amor incondicional faz falta, muita falta.
    Mas é bom saber que ele foi feliz, paparicado, e respeitado.

    • Letícia Massula disse:

      Que prazer conhecê-la, Vilma, sou fã do Patrick e da Regiane, casal lindo e muito gente boa! O Che era muito especial mesmo, encantava por onde passava, ficou um vazio muito grande sem ele… Você ia gostar de conhecê-lo! Obrigada pelo carinho! beijocas

  7. Marco disse:

    Sintto muito pela perda…também a passei por isso. Esses bichinhos são encantadores. O importante são as lembranças boas que ficarão com vcs pra sempre.

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