Ontem por conta das águas de março adiantadas a internet foi pro beleléu e eu fique a ver navios… antes tarde que nunca, as Recomendações da semana:
Na cabeceira
Cozinha do Brasil – alimentos e ritos
Zaida Siqueira – Ed. Grif0
Esse livro já deveria ter dado o ar da graça aqui no blog há muito, muito tempo. Idealizado e organizado pela fotógrafa Zaida Siqueira e pela querida Silvia Sassaoka, o livro propõe uma viagem fotográfica pela comida, ritos e cozinhas do Brasil.
Com imagens de tirar o fôlego, integram ainda o livro textos escritos por Mara Sales (O alimento), Marcelo Manzatti (Cozinhas do povo e de suas festas), Maria Lúcia Montes (Percursos e O Sacrifício) e Pôla Pazzanese (Casa e comida).
Comprei logo que foi lançado em 2006 em uma aula que assisti da Mara Sales, e qual não foi a minha surpresa ao abrir o livro e descobrir Silvia e Pôla envolvidos no projeto. Para quem não sabe, o Pôla é “o pai da Matilde” (a casa onde funciona a Cozinha da Matilde), é dele o projeto que encanta tanta gente quando chega por aqui.
Vale o clique
Quem me apresentou ao Projeto Favela Orgânica foi a Tatiana Anzolin, amiga querida e Luluzinha como eu.
Foi ela que me mostrou esse vídeo lindo e me com ele a Regina Tchelly, que idealizou e coordena o projeto Favela Orgânica na comunidade Babilônia no Rio de Janeiro e tem como objetivos transformar lixo em recursos, o aproveitamento total dos alimentos, evitar desperdício e dessa maneira, um passo de cada vez, mudar o mundo!
Curta a página do Favela Orgânica no Facebook e vamos botar água e engrossar o caldo deste feijão!
Outras Cozinhas
Restaurante Royal – Rua Lopes Chaves, 116 – Barra Funda
Era quase a minha casa quando eu trabalhava na Barra Funda, batia ponto e até hoje, sempre que tenho uma oportunidade não perco por nada essa comidinha caseira e muito honesta do Royal, que ainda chamo de Restaurante do Vavá, por conta de um garçom muito querido que trabalhou lá muitos anos.
Super simples, com toalhas de plástico cobrindo a mesa, serve um PF de primeira: arroz, feijão, batata frita, saladinha e a carne do dia que pode ser um contra-filé, bife à parmegiana, franguinho de leite derretendo, virado à paulista, feijoada, dobradinha… cada dia um prato especial, tudo com gosto de comida feita em casa.
É daqueles comedores onde a gente conversa com o vizinho de mesa, fica amigo do dono, dos garçons, da turma da cozinha. Adoro apresentar para os amigos, que sempre curtem a dica. Marinits e Gabi adoraram e acabaram virando freguesas já que moram pertinho.
Estrategicamente ao lado fica a fábrica da Dulca, perfeita para o cafezinho e a sobremesa e em frente fica a Feijoada da Bia, outro lugar que vale super à pena, mas esse é assunto para outra postagem…








